Não sou o texto.

Publicado: 3 de outubro de 2013 por Guilherme Lucas em Sem Categoria

Definitivamente não sou o que escrevo…

Tampouco aquilo que falo…

Absoluta certeza aquilo que penso não reflete quem sou, e minhas opiniões não te mostram minha personalidade.

Não se engane! No máximo, fui.

Não estou tentando me livrar da responsabilidade sobre aquilo que digo, que escrevo, que expresso, que sempre afirmo com a convicção que só minha incerteza é capaz de dar…

Estou dizendo que, hoje, tenho menos dificuldade em voltar atrás, em considerar minhas opiniões, em reconhecer os erros, em mudar de postura…

Me gabava por ser alguém convicto de tudo que acreditava, até o momento que percebi que a suposta convicção era tentativa de auto-afirmação.

A partir disso descobri que é melhor largar algumas bandeiras e, na passeata da vida, ir devagar, aproveitando o som forte de algumas palavras de ordem… as vezes ajudando a compor essa melodia, mesmo que em certos momentos lute por causa contrária do que a pouco gritava.

Aprendemos em junho passado que somos capazes de estarmos todos juntos (mesmo que separadamente estejamos lutando por motivos diversos) o que se mostra importante é a unidade da diversidade.

Outra Trindade!

Publicado: 1 de outubro de 2013 por Guilherme Lucas em Sem Categoria

Está cada vez mais difícil ser “cristão”…

Hoje, (acho que) mais do que nunca, temos
grandes problemas para resolver a questão de
como lidar com a idéia de que nosso” Deus” é
vários ao mesmo tempo que é um.

Acho que esse foi um dos grandes problemas que
enfrentei (e não resolvi, então não me questione)
quando comecei na “jornada cristã”.

Mas essa questão tem me atormentado
ultimamente…

Cara, pra ser sincero não sei qual deles obedecer
em primeiro lugar, não sei qual palavra tem mais
peso, qual deles é soberano…

Aí pra piorar entra a questão de que tenho que
saber qual é mais importante em cada situação…
Você sabe né? Dependendo das circunstâncias
devemos priorizar uma ou outra face dele…

Aí aí… As vezes prefiro adorar o Deus do louvor…
Aquele que entoa cânticos, que me dá frio na
espinha, me deixa alegre ou quebrantado, e que por
mais que contradiga seus “deuses semelhantes”
continuo a confiar, desde que ele se manifeste na
boca de um dos seus ungidos….

Mas tem horas que fico fascinado com o Deus da
palavra… Ahh como é bom! Ele se renova a cada
dia, de acordo com os interesses daquele que ele
por intermédio fala.

Mas confesso… Fico com saudade daquele deus-
menino, que mal consigo ouvir… aquele que mesmo
sendo tão deus quanto os outros, escolheu a
simplicidade como sua forma de ser percebido. Ahh
que saudade… Uma vez ouvi dizer que para
encontrá-lo basta olhar pro lado, para meu
próximo, mas os outros deuses disseram que não,
e você sabe né? A maioria vence…

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Existem certas coisas implícitas no meio religioso, quase que como uma identidade universal, que mesmo quando não é expressa verbalmente, exerce forte influência na conduta da maioria, e constantemente de modo a regular a maneira como as coisas são feitas, como devem ser feitas.

Por exemplo, um líder deve, mesmo que sem respaldo bíblico, comparecer a todas as reuniões de liderança e deve, entre outras tarefas, frequentar treinamentos regularmente. Caso contrário, este passa uma imagem de descomprometimento com o divino e com o cargo que lhe foi confiado, coisa que é absolutamente abominável.

Nenhuma desculpa é aceita no caso de ausências, pois mesmo que não nesse sentido, a bíblia diz que devemos “amar a Deus sobre todas as coisas”.

Note que digo isto não determinando que aqueles que comparecem religiosamente (rsrs) aos compromissos eclesiásticos, o fazem por medo de represálias tanto espirituais quanto da própria liderança, mas afirmo com certeza que quase automaticamente somos levados a agir dessa maneira, e obviamente esse não é o foco do cristianismo.

Quando agimos dessa maneira automática, negligenciamos as outras esferas as quais citei no post anterior… Deixamos de lado nossa família, nossos amigos (a não ser que estes estejam no mesmo ambiente religioso que o nosso), nosso trabalho e nossos estudos, porque a prioridade é sempre o reino de deus, como igreja institucionalizada.

Mas então, se voltarmos a pensar no sentido original da religião cristã, lembraremos que os relacionamentos saudáveis são fundamentais para o exercício dela, e o Sumo Sacerdote dessa religião, esteve sempre batendo na tecla de que os relacionamentos são mais importantes do que as coisas…

Neste momento pego emprestado a frase de um amigo que diz sempre: “Pessoas são mais importante do que coisas”, e se lermos alguns parágrafos acima vamos notar que os compromissos realizados de maneira equivocada vão inverter essa máxima do cristianismo.

Então porque nos comprometermos tanto com a dita “obra de Deus”, quando na verdade estamos negligenciando a obra magnifica de Deus que são os humanos?

Por fim repito: a motivação é a diferença de tudo.

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Nossa vida hoje é em grande parte baseada em tarefas, metas, programações, estatísticas, compromissos, etc… Somados à realidade do transporte, da tecnologia e da praticidade da informação daqueles que vivem nos grandes centros urbanos, nosso dia a dia parece cada vez mais curto. De modo que cada vez mais estamos afunilando nossos afazeres tentando dar atenção especial para o que julgamos ser o mais importante.

Uma pessoa que trabalha em tempo integral, estuda e possui algum relacionamento amoroso (como é o meu caso) acaba por negligenciar um dos 3 (ou até os 3) em algum momento do dia, do mês e do ano.

Mas qual é a real importância, e qual deve ser o tempo e a atenção desprendida para cada uma dessas atividades essenciais para nossa vida em sociedade?

Cada um deve ser capaz de responder por si o que cada atividade representa, e qual a importância dela neste momento, a cada momento.

Como se não bastasse ainda existem pessoas que aliam à essa rotina um outro fator que desprende muito tempo, mas muito tempo mesmo: A religião.

Seja ela qual for, é natural que viver numa comunidade religiosa demande tempo. Especificamente ao falarmos de cristianismo devemos ter em mente que ele tem (pelo menos tinha) a vida em comunidade como cerne da própria religião, o motor que alimentava todo o sentido de ser.

Nisso é normal que ao nos envolvermos um pouco mais profundamente algumas atribuições nos acabem por serem dadas, coisas como algum cargo de liderança (lider, diácono, coroinha, porteiro de igreja vulgo recepcionista), e por menor que seja já, normalmente, vem junto com algumas das maleditas reuniões, seminários, palestras, ensaios e coisa e tal.

Novamente pensando na nossa vida contemporânea, imagine só como é a vida de um sujeito que além de trabalhar, estudar e namorar ainda possui algum cargo numa instituição religiosa…

Dizer isto não basta, e não é exatamente onde eu quero chegar…

O ponto é que os compromissos em si não possuem nada que possa automaticamente desqualificá-los, visto que se comprometer no cuidado de pessoas é o motivo (ou deveria ser) de você estar numa religião cristã.

Mas ai entra alguns ensinamentos que, no meu ponto de vista, acabam por colocar em cheque a real motivação para o cumprimento desses afazeres por determinadas pessoas…

Qualquer um que já esteve envolvido, ou até muitos que nunca se envolveram, devem saber que existe um ditado que diz: “as coisas de Deus devem ser feitas com ordem e decência”

E é a motivação por trás desse ditado que pode gerar um maleficio muito grande não só para os indivíduos mas principalmente para a coletividade da igreja.

O sujeito em meio a essas pressões do cotidiano ainda atrela aos compromissos religiosos a culpa de que se ele não se dedicar 100% aos compromissos da igreja ele está de certa forma cometendo transgressão a um ensinamento divino.

Por ai já dá para imaginarmos qual será o fruto dessa existência, tanto como profissional, como estudante, como namorado (marido, etc) e principalmente como “líder”.

estrada

Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
Mateus 7:13-24

O direito de ir e vir. Legalmente nós temos o direito de ir e vir gratuitamente em todas as estradas brasileiras, porém não é isto que acontece, em nome da segurança e conforto pagamos inúmeros e as vezes caríssimos pedágios, que contradizem amplamente nosso direito constitucional.

Ok yas, nós entendemos sobre o direito de ir e vir e tal mas o que isto tem a ver com este blog, com este texto, onde você quer chegar com isso?

Quero chegar no ponto onde nós cristãos, mesmo na cruz tendo ganho o direito de ir e vir, o direito de liberdade, direito de falar diretamente com o pai, direito de seguirmos o caminho que Ele tem para nós, pagamos pedágios. Talvez por conforto e segurança, pagamos pedágios para pessoas, concessões e concessões, não entendendo que a graça da liberdade é justamente o desafio de viver o plano que foi desenhado para você e mais ninguém, os buracos, os aclives, a mata fechada, a areia movediça, os problemas, as tristezas, as surpresas, os risos e as lágrimas.

Pagando os pedágios garantimos uma viagem uniforme, segura, e confortável, mas Jesus disse que o caminho seria estreito e a jornada não seria um mar de rosas. Jesus disse que o caminho largo leva a perdição.  Tudo bem yas já entendi o caminho largo leva a perdição mais quais são os pedágios e concessões?

A partir do momento em que nós vivemos em função de coisas, pessoas, funções, horários, metas, dinheiro, status, coisas que nos confortam nesta terra, estamos indo na direção errada, pequenas aberturas que nos desviam do real propósito. As vezes queremos chegar tão de pressa no destino que não entendemos, o que importa não é quão rápido eu chegue, o que importa é o caminho.

Pagando pedágios perde-se a experiência, a intimidade, o contato e foge-se do tão falado centro da vontade de Deus. Fazendo aquilo que Ele nos manda e andando pela estrada que Ele quer que andemos (que é Cristo) o destino é certo, no centro da graciosa vontade do Pai.

” Jesus é o início, o caminho e o destino, ao compreender isto o fardo se torna leve e o julgo suave” – Autor desconhecido.

Apontando o dedo…

Publicado: 23 de janeiro de 2013 por Guilherme Lucas em Sem Hipocrisia...

Imagine a angústia que algumas pessoas possuem ao viverem querendo provar para outros que são santos e justos através de palavras vãs e atitudes forjadas no âmbito da aparência…

Isto acontece a fim de amenizar o próprio vazio que sentem… todos nós conhecemos nossos maiores erros e defeitos…

E ao aceitar viver dessa maneira passamos a nos relacionar com pessoas de uma forma infernal, visto que passamos a construir uma barreira entre a realidade da humildade para a surrealidade da minha perfeição humana…

Estranhamente é mais comum encontrar esse tipo de problema no âmbito religioso, pois é lá que equivocadamente pensamos que é necessário seguir um padrão de conduta pré-determinado para sermos aceitos pelo Criador, e todos que não seguem o meu individual padrão de conduta serão considerados automaticamente “menos” aceitos por Ele.

Enfim é simples… quem muito enxerga “atitudes erradas” no próximo e se coloca acima disso/deles, demonstra que têm muito a esconder, e ainda por cima pensa que pode enganar aquele que TUDO SABE.

cn-_-quem-vai-comer-minha-mulher-_-bernardo-apontando-o-dedo-para-o-cauc3a3

 

 

 

E disse também esta parábola a uns que CONFIAVAM EM SI MESMOS, CRENDO QUE ERAM JUSTOS, e desprezavam os outros:

Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano.
O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: O Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.
Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo.
O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: O Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.
Lucas 18:9-14

O caminho do natal

Publicado: 24 de dezembro de 2012 por yaaas em Sem Categoria

RECOMEÇAR

Sempre digo que essas festas me deixam nostálgica e deprimida, este ano não foi tão assim… ainda sinto falta de algumas coisas é verdade porém aprendi a viver no muito e no pouco (como disse Paulo).
Aprendi que não se precisa de muitas pessoas ao seu redor te paparicando, mas o que vale são os poucos que quando necessário ensinam duras verdades, que a vida da muitas voltas… um dia se está péssimo e no outro ótimo, não existe mal sem cura, nem problema sem solução, embora a solução nem sempre seja o que você desejava.
Aprendi que é possível sim obter uma segunda, terceira,quarta… 365ª chance de mudar de vida a cada dia, mês, ano. Aprendi que as escolhas sempre tem retorno que seja bom ou ruim, por isso quando escolher algo escolha algo para você e não para os outros, quem paga as contas no final é você mesmo não é? Aprendi que nem sempre é necessário ser o mais inteligente e que as vezes ser meio lerdinho até é uma vantagem.
As pessoas vão passar, as situações também, as dores que parecem intermináveis um dia terão fim e darão espaço para novas experiências que talvez gerem novos machucados, mas a vida é assim… caímos  levantamos, seguimos em frente… olhar para trás é permitido caso seja para buscar conselhos… ninguém sabe o que é melhor para você além de você mesmo (tirando Deus é claro).
Aprendi que as vezes é necessário expor a sua voz… a mansidão é linda mas uns gritinhos de indignação não matam ninguém. Aprendi que o futuro realmente a Deus pertence, que não importa quanto eu evite coisas ruins acontecem e não há nada que eu possa fazer a respeito.
Aprendi que é muito bom pensar para falar… e pensar para calar-se também, consentir com tudo além de ser covarde é um desperdício de vida. Deus me deu um talento (vida) eu posso escolher me esconder atras das inúmeras normas comportamentais, psicológicas  sociais, religiosas, ou ser o ator e autor de todos os meus atos… batendo no peito e assumindo a responsabilidade que Deus me deu… assumindo a responsa de viver.
Feliz Natal !

Verdadeiro é quem anda na verdade

Publicado: 2 de outubro de 2012 por yaaas em Sem Hipocrisia...

Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos;
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres?
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.
Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre.
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
João 8:31-36

Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.
João 8:44-45

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
João 14:6

Jesus é a verdade, quando Cristo se nomeia a verdade esta declarando que Ele é o absoluto e irrevogável, pois aquilo que é verdade não é duvidoso, é certo, portanto, se Cristo é  a VERDADE Ele é o absoluto. Muitos podem dizer existem muitas “verdades”… sim muitos conceitos (visões) que podem ser verdadeiras mas Jesus se igualou a verdade, em suma Ele disse que a verdade era Ele, logo Ele é a verdade, se Ele é a verdade  nada  além dele é.

Fazendo esta reflexão na aula de lógica analítica eu parei para pensar, se conhecemos Cristo, conhecemos a verdade, se conhecemos a verdade, andamos na verdade e entendemos o que é verdade, logo o diabo não pode nos enganar pois o que antes não víamos, passamos agora a ver. Seguindo nesta lógica de VERDADE podemos afirmar com toda a certeza do mundo então, que o cristianismo puro e simples seria viver em verdade… e oque seria viver em verdade?

Não comece me dizendo que é confessar todos os seus delitos, auto flagelar-se até o ultimo fio de cabelo para não olhar para a mulher linda que está ao seu lado, não roubar, não matar, não assistir novela, não ouvir musica secular… olha amigo já estou cansada de ouvir/ler este blábláblá gospel recalcado. Viver em verdade MUITO MENOS é fingir estar na verdade porque se alguém está em Cristo é nova criatura, tudo novo se fez e as coisas velhas ficaram para trás, logo a falsidade não te pertence mais.

Muitos de nós crentes S/A passamos anos e anos lutando contra o nosso interior tentando viver uma “verdade” que nem sabemos ao certo se é certa, e “tentando” eu digo de uma forma bem vulgar porque nós fingimos. Vestimos nossa roupa de crente e vamos à igreja porque muito mais vale o cara que está do seu lado e não sabe nada a respeito do seu interior, do que Deus que está vendo tudo toda hora, sempre. Mas calma ai… não se apresse, não vou defender aqui as práticas que o Senhor considera pecado, mas não vou defender NENHUMA, incluindo a hipocrisia.

Depois de analisar textualmente o sentido da VERDADE cheguei a seguinte conclusão:

Jesus = Caminho verdade e a vida
Espírito Santo = Consolador, Espírito da verdade
Deus = Amor
o Amor = Caminho a verdade e a vida = Espírito da verdade que consola

Viver em verdade = Viver em amor = Viver em vida = Viver no caminho = Viver com o espirito de amor que consola

 

Então é tudo muito prático Yas, basta amar todo mundo?

Sim basta amar a todos e viver em função deste amor, o amor essência, o amor verdade. Mas então pra que tantas regras e tantos esquemas e tantas máscaras? As pessoas não vivem na verdade que é o amor, mas querem que os outros acreditem que  elas vivem… as vezes até acreditam que vivem, cumprem todos os horários, leem a bíblia, não ficam, não transam, mas não entendem a verdade dita por Cristo, não amam, logo vivem na mentira, pois tudo que não provém do amor é mentira. Então se nós cantamos, se lemos, se oramos, tem que ser com amor, e não por medo, ou aparência, ou costume ou regra…

Fala-se muito do amor, da verdade que liberta, mas o evangelho pregado hoje em dia nunca pregou a liberdade e nunca amou com liberdade, logo nunca foi a verdade. Um evangelho que não ama incondicionalmente, que não aceita, que impõe limites, formas, moldes e cria tradições não é verdadeiro e sinto dizer, provém do Diabo. Isto está escrito no texto acima que mencionei, pois os fariseus não viam pois viviam na mentira e faziam obras mentirosas, só enxergavam o produto final e não enxergavam o princípio de tudo.

Então pessoal o negócio é o seguinte, vamos parar de criticar uns aos outros, de criar normas a serem seguidas e leis a serem cumpridas, se é para viver deste jeito, o “cristianismo” não difere de nenhuma outra religião extremista e controladora que foi criada única e exclusivamente para manipulação das massas… vivamos em liberdade e em amor crendo que o Pai que tudo pode, tomará as providências que Ele achar que deve em relação a como o seu irmão ao lado faz uso de sua liberdade. Não se sinta melhor que ninguém, nem pior que ninguém, estamos todos aprendendo, o importante é sermos luz, sermos VERDADEIROS, pois verdadeiro é quem anda na verdade.

Beijinhos

Que atire a primeira pedra…

Publicado: 1 de outubro de 2012 por Guilherme Lucas em Sem Hipocrisia...

Quero abrir um breve parêntese a fim de alertar a igreja acerca de doutrinas que, de tempos em tempos, reaparecem entre os cristãos. São aquelas doutrinas que afirmam que o verdadeiro cristão nunca peca e se pecar é porque nunca nasceu de novo.

Ora, tais doutrinas, além de não serem bíblicas, são também o que chamo de Mães da Hipocrisia. E por quê? Primeiro, porque em tais doutrinas tem-se um conceito muito limitado de pecado.

Somente quem não conhece a santidade de Deus e a natureza humana é que pode afirmar tais doutrinas. Em tais perspectivas doutrinárias, se garante que o crente não peca porque para elas o conceito de pecado está limitado apenas à área do comportamento Moral-sexual. Ora, em tais casos, se o irmão ou a irmã não adulteram e não se prostituem, então, não pecam!

Todos nós sabemos que este era precisamente o princípio que governava a estreiteza do conceito de pecado dos fariseus. Jesus, no entanto, jamais acusou o “comportamento Moral” deles, mas o que eles tinham “dentro de si”(Leia Mt. 23). De fato, eu sofro quando vejo pessoas afirmarem que é possível a um crente viver sem pecar. Eu creio que a Bíblia ensina que é possível viver sem a “cronificação” da prática do pecado. Isto porque, do ponto de vista da palavra de Deus, conceito de pecado cobre um campo vastíssimo, e não apenas a área do comportamento Moral-sexual.

Se não veja:

a) Há o pecado onde se peca por omissão (Mt: 25: 41-46). E quem é que não deixa de fazer o bem? Você nunca deixa de fazer o bem? Pelo amor de Deus seja honesto! Leia Isaías 58.6-10 e me diga se você faz tudo aquilo que Deus diz que espera que você não deixe de fazer.

b) Há o pecado onde se peca por motivação. Neste ponto aparecem todas aquelas coisas que “brotam de dentro do coração e contaminam o homem: maus desígnios (você nunca pensa mal de ninguém?), a prostituição (nunca passam pensamentos impuros na sua mente? Ou será que nem de “brincadeira” você nunca sentiu “inveja” dos tempos bíblicos nos quais não era um problema “Moral” um homem ter mais de uma mulher?), os furtos (e aqui nós vamos do furto clássico até o furto de mensagens: eu falo de furtos como aqueles que até os melhores pastores praticam quando roubam sermão dos outros sem citar a fonte, quando pregam idéias de outros sem mencionar onde as ouviram e induzem o povo a pensar que eles “descobriram” tal coisa), os homicídios (que é o sentimento que alguns vão ter em relação a mim e a este livro, apenas porque estou tirando as roupas de suas hipocrisias em público; Mt. 5.21-26), os adultérios (que são antes de tudo motivacionais; Mt. 5.27-28), a avareza (que está presente no coração da maioria dos crentes de posses que eu conheço), as malícias (aqui então nem se fala), o dolo (ou segunda intenção nas ações), a lascívia (que é o apetite sexual pelo próximo, e que devaneia nessa “viagem mental), a blasfêmia (que começa no espírito de murmuração, passa pelas doutrinas erradas e pode chegar ao cúmulo de afrontar a Deus), a soberba (que é o que habita em maior ou menor grau todos os corações humanos, especialmente os dos lideres religiosos), a loucura (que aqui não é doença mental, mas a presunção de pensar de si além do que se deve).

“Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem”. É interessantíssimo que Jesus ponha todos os males dentro da mesma fonte (o coração), e aumente muito a extensão do pecado que nasce da motivação: vem de dentro e vai do desejo maligno à morte do próximo. Nesta lista temos as motivações sexualmente impuras bem como há pecados do pensamento, da língua, do mau uso do dinheiro, da “esperteza”, da inveja e outros males que só Deus conhece.

Quem pode dizer diante de Deus que está “acima” destes dramas da carne, da alma e do espírito?

c) Há os pecados que se peca por comissão. Ora, tais pecados são tão violentamente fortes e profundos que Isaías sabia que ninguém escapa deles: são os pecados que se peca por se fazer parte da engrenagem da injustiça no mundo: “Ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio dum povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos” (Is. 6.5)

No entanto, a fim de que se saiba da existência de tal pecado, nossos olhos têm que ter visto o Santo. Aqueles que nunca ficaram cara a cara com a Santidade dAquele que é Santo, Santo, Santo, é que ousam pensar que não pecam também por comissão.

É também por causa de tal percepção que Daniel e Neemias confessam os pecados deles e os do povo (Ne. 1.7; Dn. 9.5).

Ora, neste sentido, a própria doutrina da chamada Quebra de Maldições implica, como “princípio”, na idéia do pecado por comissão: o pecado de outros pode cair sobre os descendentes. Ou seja, muitas vezes os descendentes experimentam os “efeitos e conseqüências históricas” naturais dos erros de seus antepassados. Mas não há um carma inquebrável nisto.

d) Há os pecados que se peca por ação. Aqui neste ponto, a Bíblia é tão farta que eu me sinto no direito de não precisar justificar a minha afirmação. O que se precisa é apenas “esticar” a noção de tal pecado.

Ora, no meio cristão, tais pecados têm sido relacionados apenas à área sexual. E é por esta razão que nós temos empresários que não vão para a cama com suas secretárias, mas que fazem da sonegação o grande negócio de suas empresas e que exploram os seus empregados em nenhuma convicção de pecado. E se eles dão gordas ofertas para a igreja, nós, pastores, fingimos não saber o que acontece.

É também pela mesma razão que há líderes religiosos pregando que não pecam (porque nunca cometeram adultério na prática), enquanto “derrubam” um colega através de “manobras piedosas” cuja malícia, às vezes, não se encontra nem entre os políticos ateus.

Aqui devemos incluir aquilo que a Bíblia chama de pecados de acepção de pessoas. E deste pecado nenhum de nós se livra. Quem de um modo ou de outro não faz acepção entre pessoa e pessoa, entre ser humano e ser humano, entre um grande líder e um outro que preside algo muito mais inexpressivo? (Tg. 2.1-13).

e) Há pecados que se peca com a língua. Quando se chega a esta dimensão do pecado aí então é que ninguém fica de pé. Eu jamais conheci uma única pessoa que não tenha pecado e que, eventualmente, não peque com a língua. É um “comentário piedoso” aqui, é uma “afirmação precipitada” ali; é um “juízo de valores” a respeito de alguém a quem não se conhece e a quem se atribui coisas que jamais passaram pela cabeça de tal pessoa, etc. (Tg.3.1-12; 4.1-12).

Literalmente, só um mentiroso inveterado tem a coragem de dizer que não peca eventualmente com a língua.

f) Há o pecado essencial. Ora, é deste pecado que Paulo fala em Romanos 7:7-25. Eu sei que, hoje em dia, há muita gente tentando negar que tal pecado fosse algo presente na vida de Paulo. Eles dizem que Paulo se referia ali ao período anterior à sua conversão. No entanto, os que assim fazem, violentam todos os tempos verbais do texto: Paulo fala do passado do verso 7 ao 13. No verso 14 ele diz: “a Lei é boa, eu, todavia, sou carnal”. No verso 15, ele diz: “porque nem mesmo compreendo meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro e, sim, o que detesto”. Nos versos 16 a 23 ele continua usando os verbos no presente. Surge então a chocantíssima exclamação do verso 24: “Desventurado homem que sou!” A conclusão é gloriosa: “Graças a Deus por Jesus Cristo”. Na seqüência, ele afirma que a Graça o salvou da condenação do pecado, deu a ele um novo pendor, mas não tirou dele as ambigüidades naturais de sua essência pecaminosa (7: 25; 8: 1-17), mas deu a ele recursos para subjugá-la no nível do “comportamento”, ainda que a luta “motivacional” continuasse”( 7:25); a qual, só será totalmente “retirada” de nós quando “este corpo mortal for absorvido pela vida”( I Co. 15.35-53). Ora, para todos aqueles que possam ter ainda alguma dúvida acerca da gravidade e da extensão da lista das coisas que Deus chama pecado deveriam apenas ler Colossenses 3.5-9: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição (pecado sexual), impureza (pecado sexual), paixão lascívia (pecado sexual-mental), desejo maligno (pecado motivacional), e a avareza, que é idolatria (atitude econômico-financeira; pecado social).”

“Agora, porém, igualmente, despojai-vos de tudo isto: ira( que na maioria das vezes dorme conosco), indignação ( que é o “rompante” de raiva que acontece demais na cozinha, no quarto, ou no trabalho), maldade (que é disposição de fazer algo que vai prejudicar alguém), maledicência (que é a maior desGraça da experiência humana e cristã), linguagem obscena do vosso falar (que é o uso impróprio da linguagem). Não mintais uns aos outros” (infelizmente, algo mais comum que a verdade no meio cristão).

Tiago e João também são veementes com relação a todos os dois extremos da doutrina do pecado. Há os que dizem: “a nossa natureza é caída mesmo, logo não adianta fazer nada a respeito”. A esses eles dizem: “A fé sem obras é morta”(Tiago 2.17); ou: “Aquele que diz que permanece nele, deve também andar assim como ele andou”; ou: “todo aquele que permanece nele não vive pecando; todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu”; ou: “aquele que pratica o pecado procede do Diabo”(I João 2.3;3.8).

Há outros que dizem: “já que eu sou nascido de novo, então isto significa que eu tenho poder para não pecar mais”. A esses Tiago e João dizem: “Pois, qualquer que guarda toda Lei, mais tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos”(Tiago 2.10); ou: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós”; ou ainda: “Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso e a sua palavra não está em nós”( I João 1.7-10).

Ora, o equilíbrio bíblico é aquele que diz:

“Eu sei que sou um pecador que foi redimido pelo sangue de Jesus, mas que precisa crucificar a concupiscência da carne todos os dias, pois a minha natureza é caída e rebelada contra a Lei de Deus. Por isto, eu preciso andar no Espírito e no amor a fim de que eu não alimente minha natureza caída, ainda que, eu mesmo saiba, que conquanto não viva mais na prática do pecado, eu não me livro de reconhecer, todos os dias, que eu sou pecador e que, por essa mesma razão, peco mesmo quando penso que não peco. No entanto, eu me escondo e me glorio na Cruz de Jesus: onde meu pecado foi pago e de onde eu recebo Graça para purificar meus pecados e receber perdão para as eventuais ou freqüentes contradições do meu ser. No entanto, eu sei que a Graça que me perdoa, é também a Graça que me transforma e santifica. Daí, eu querer e poder viver em santidade, ainda que eu seja um pecador”. 

Voltando ao assunto da hipocrisia tenho de dizer que os cristãos precisam, urgentemente, aprender que a maior mentira que se mente na vida não é aquela que se diz, é aquela com a qual se vive. 

Trecho retirado do livro “Sem barganhas com Deus, autor Caio Fábio, baixado gratuitamente pelo link http://www.caiofabio.net/download.asp, páginas 65-70.

Perda, perca… saudade…

Publicado: 27 de setembro de 2012 por Guilherme Lucas em Sem Categoria

Absolutamente estranha e natural é a morte… contraditória, pois se é natural, como é estranha?

Misteriosa, dolorida, saudosa, por vezes irada, mas sempre triste. Isso para quem está próximo por onde ela passa, e apesar de nos rodear por toda vida nunca nos acostumamos à ela.

Se é que há paz após a morte, é fato lucido de que não é para aqueles que ficam, ao contrário, a única coisa que surge é angústia e desconforto sem fim.

O que escreverei daqui por diante não fará sentido para aqueles que vão ler (exceto alguns poucos), mas o motivo deste texto não é um parente, tampouco, um conhecido… era um amigo, um amigo que ganhei quando tinha apenas 6 anos, e a lembrança dele chegando é possivelmente a mais antiga da minha curta história de vida… enfim, este amigo não é um homem, mas é conhecido por ser o melhor amigo do homem, e se chamava Toby… Após praticamente 14 anos de vida, já lhe apareciam muito claramente os sinais da idade avançada, e após complicações e mais complicações, ele enfim demonstrou pedir uma trégua e nós (minha família) decidimos optar pelo interrompimento da dor dele.

E só de pensar que a 2 dias atrás ele deu sinais de melhoras… 

Enfim, se você julgar banal ou exagerado o que escrito está, por favor não se preocupe… só espero que você não mude de opinião igual eu mudei a cerca de 3 horas…

Abraços!